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Dinamarca quer só casas “verdes” feitas até 2020
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Dinamarca quer só casas “verdes” feitas até 2020; projeto inclui incentivos fiscais.
A Dinamarca estuda beneficiar financeiramente quem construir casas “verdes”. A ideia é que as pessoas que utilizarem painéis solares e sistema de reaproveitamento de água, por exemplo, paguem menos impostos. Com isso, o governo pretende que todas as novas casas construídas sejam consideradas “verdes” até 2020. Uma casa “verde” custa cerca de 5% a mais do que uma casa comum naquele país. “Depois de construída, o proprietário só se beneficia e economiza”, explica o especialista da Rockwool. Num país frio como a Dinamarca, algumas tecnologias de construção podem reduzir significativamente os custos de aquecimento. Por exemplo, as janelas maiores (para entrar mais luminosidade) e com vidros três vezes mais grossos. Esses vidros, aliados às paredes com cerca de 50 cm, funcionam como “cobertor” para a casa e reduzem os gastos com aquecimento. “Essa tecnologia pode ser usada também para resfriamento, em países quentes como o Brasil”, diz Nordli. |
Madri constrói um centro recreativo público sustentável para as crianças
As paredes do prédio são feitas de vidro/Foto: Divulgação
Prédios e construções públicas feitos sob as leis do design sustentável fazem com que cidadãos vivenciem de perto as possibilidades de uma arquitetura com poucos riscos ambientais, ainda mais se forem crianças. Pensando nisso, a prefeitura de Madri construiu um centro recreativo sustentável com direito a espaço para eventos e conferências ligadas ao meio ambiente.
O projeto Plaza Ecópolis foi feito sob um sistema de redução de consumo de energia, com lonas amarelas na área exterior que possibilitam a entrada da luz mas bloqueiam o calor intenso do sol. Por baixo das lonas há uma camada de placas de vidro, especialmente na área do prédio que é direcionada à linha do Equador – para melhor receber o sol.
Parte da estrutura também se movimenta para acompanhar a direção do sol de acordo com as estações do ano. Além disso, o projeto possui uma série de poços inteligentes de luz e ventilação que saem do chão através de tubos de circulação subterrâneos.
Um dos andares da construção é parcialmente submerso de forma a aperfeiçoar o sistema de economia de energia. Outro aspecto, o de posicionamento de alguns elementos da estrutura, também possibilitou uma maior performance no uso da luz solar.
Contudo, o terreno em que está implantado o prédio é tão importante quanto a própria arquitetura. O espaço externo não só encoraja as crianças a brincarem de escalar, escorregar e rolar, como também armazena água.
Um banco de cascalho sob plantas macrófitas foi colocado em uma estufa artificial que absorve e trata o esgoto do prédio. Dessa forma, é possível utilizar a água para irrigar os jardins circundantes. Os visitantes do lugar ainda podem fechar o circuito de água da instalação e ensinar as crianças sobre a conservação de recursos.
Publicado em: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/fevereiro/madri-um-centro-recreativo-publico-sustentavel
Arquitetos produzem casa inspirada na natureza
A casa residencial foi construída pela Undercurrent Architects / Foto: Divulgação
O design do telhado lembra as folhas que caem no outono e o do seu interior, um tronco de árvore. As paredes de vidro fazem com que a casa e o jardim se confundam em uma coisa só. Esse é o projeto para uma residência privada da Undercurrent Architects, chamado de “Casa Folha” (Leaf House).
O telhado é em forma de folhas / Foto: Divulgação
“O projeto desenha as imagens da natureza e expressa isso através das estruturas, criando links entre o interior e exterior”, disse a Undercurrent.
No seu interior, o design lembra um tronco de árvore / Foto: Divulgação
Localizada em Sydney (Austrália), a construção é uma união de design inovador e sustentável. Foram utilizados estratégias para economizar energia, como iluminação com baixo consumo, técnicas para retenção de água da chuva e sistema de refrigeração e aquecimento solar passivo – aquecimento solar sem a utilização de bombas.
As camadas curvas que formam o telhado servem para maximizar o volume interno, e promover um interesse visual de quem olha de cima, além de suavizar o visual da construção.
Outra vantagem é que a disposição de como as “folhas” foram colocadas permite a visão do mar e o controle da entrada de luz do sol – entra pelos espaços entre as “folhas”. Além disso, as paredes ondulantes de vidro suavizam os reflexos de luz, principalmente à noite.
As paredes são de vidro, o que confunde a casa com o jardim / Foto: Divulgação
De acordo com a empresa, especializada em áreas urbanas comprimidas e regeneração de áreas industriais degradadas, a combinação de design ambiental e materiais de alta e baixa tecnologia resultam nessa construção harmônica, sensível e engajada com o meio ambiente.
A casa fica em Sydney, na Austrália / Foto: Divulgação
A criação dos designers Didier Ryan e German Perez Tavio precisou utilizar métodos improvisados para alcançar a elevada complexidade técnica com as restrições de custo.
Publicado em: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/arquitetos-produzem-casa-inspirada-na-natureza






