Tag | Arquitetura Sustentável
Veja projetos das casas do futuro
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Concurso internacional premia projetos inovadores para casas mais sustentáveis e adequadas ao pouco espaço disponível nas cidades.
A Prefab 20*20: Visions for 400 SF Homes é uma competição de ideias organizada pela Architecture For Humanity de Vancouver, o Architectural Institute of British Columbia, a Interior Design Show West 2009, e patrocinado pela revista Azure.
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O desafio é criar uma unidade de moradia de 37.5 metros quadrados em um ambiente urbano em qualquer lugar do mundo. Ela deve servir para dois adultos e precisa comportar as atividades básicas: dormir, ir ao banheiro, tomar banho, cozinhar, trabalhar/estudar e ter espaços para guardar coisas.
Detalhe importante: o impacto ambiental que ela causa é levado em conta.
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Para criar uma moradia sustentável, 285 equipes de designers de 149 cidades em 26 países que se inscreveram. O vencedor, dois segundos colocados, quatro menções-honrosas (entre elas, um grupo do Brasil) e 16 projetos selecionados foram expostos na IDSwest 2009, realizada em Vancouver, Canadá.
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Veja a imagem dos projetos vencedores – quem sabe eles não inspiram algumas mudanças concretas nas cidades?
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Vencedor: Ecomobi, projeto de Przemek Olczyk, Wojtek Gawinowski e Wojtek Smulet, da Mobius Architects em Cracóvia, na Polônia. Esta foto é uma variação da imagem acima (que encabeça esta notícia).

Segundo colocado: Pods, projeto de Shawn Blackwell e Kate Fretz, da Balckwell Architechture em vancouver, Canadá.

Terceiro colocado: Thick-skinned regionalism, projeto de Daniel Preusse, Bo Yoon e Matthew Fajkus, de Londres, Reino Unido.

Menção honrosa: Urban (tree) house, projeto de Jason Labutka da Jason David Designers de Nova York, Estados Unidos.
Menção honrosa: The Spontaneous House, projeto de Cláudia Bastos Coelho e Mariana Matayoshi de Diademan, Brasil.

Projeto citado: Turned Icon House, projeto de Daria Barnas, Ivo Gigante Tiago e Paula Cicuto, da Dispource em Porto, Portugal.
Publicado em: http://eco4planet.uol.com.br/blog/2009/11/veja-projetos-das-casas-do-futuro/
Dinamarca quer só casas “verdes” feitas até 2020
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Dinamarca quer só casas “verdes” feitas até 2020; projeto inclui incentivos fiscais.
A Dinamarca estuda beneficiar financeiramente quem construir casas “verdes”. A ideia é que as pessoas que utilizarem painéis solares e sistema de reaproveitamento de água, por exemplo, paguem menos impostos. Com isso, o governo pretende que todas as novas casas construídas sejam consideradas “verdes” até 2020. Uma casa “verde” custa cerca de 5% a mais do que uma casa comum naquele país. “Depois de construída, o proprietário só se beneficia e economiza”, explica o especialista da Rockwool. Num país frio como a Dinamarca, algumas tecnologias de construção podem reduzir significativamente os custos de aquecimento. Por exemplo, as janelas maiores (para entrar mais luminosidade) e com vidros três vezes mais grossos. Esses vidros, aliados às paredes com cerca de 50 cm, funcionam como “cobertor” para a casa e reduzem os gastos com aquecimento. “Essa tecnologia pode ser usada também para resfriamento, em países quentes como o Brasil”, diz Nordli. |
Madri constrói um centro recreativo público sustentável para as crianças
As paredes do prédio são feitas de vidro/Foto: Divulgação
Prédios e construções públicas feitos sob as leis do design sustentável fazem com que cidadãos vivenciem de perto as possibilidades de uma arquitetura com poucos riscos ambientais, ainda mais se forem crianças. Pensando nisso, a prefeitura de Madri construiu um centro recreativo sustentável com direito a espaço para eventos e conferências ligadas ao meio ambiente.
O projeto Plaza Ecópolis foi feito sob um sistema de redução de consumo de energia, com lonas amarelas na área exterior que possibilitam a entrada da luz mas bloqueiam o calor intenso do sol. Por baixo das lonas há uma camada de placas de vidro, especialmente na área do prédio que é direcionada à linha do Equador – para melhor receber o sol.
Parte da estrutura também se movimenta para acompanhar a direção do sol de acordo com as estações do ano. Além disso, o projeto possui uma série de poços inteligentes de luz e ventilação que saem do chão através de tubos de circulação subterrâneos.
Um dos andares da construção é parcialmente submerso de forma a aperfeiçoar o sistema de economia de energia. Outro aspecto, o de posicionamento de alguns elementos da estrutura, também possibilitou uma maior performance no uso da luz solar.
Contudo, o terreno em que está implantado o prédio é tão importante quanto a própria arquitetura. O espaço externo não só encoraja as crianças a brincarem de escalar, escorregar e rolar, como também armazena água.
Um banco de cascalho sob plantas macrófitas foi colocado em uma estufa artificial que absorve e trata o esgoto do prédio. Dessa forma, é possível utilizar a água para irrigar os jardins circundantes. Os visitantes do lugar ainda podem fechar o circuito de água da instalação e ensinar as crianças sobre a conservação de recursos.
Publicado em: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/fevereiro/madri-um-centro-recreativo-publico-sustentavel









