MRV Engenharia inicia novas práticas na gestão de resíduos sólidos
Em um projeto piloto implementado em dois canteiros, a construtora passa a aproveitar rejeitos das próprias obras na construção
A MRV Engenharia deu a largada em um projeto piloto de gerenciamento dos resíduos sólidos gerados em suas obras. A principal inovação consiste no reaproveitamento de entulhos dentro das próprias obras. Para viabilizar essa prática, é fundamental que uma série de outras ações ligadas à gestão de resíduos seja feita. Por isso, todos os tipos de rejeitos das obras são corretamente direcionados para locais específicos e adequados, evitando o acúmulo desses materiais em aterros sanitários. A iniciativa, que faz parte da política de sustentabilidade da empresa, ainda reduzirá gastos e impactos ambientais da instituição.
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A primeira etapa começou no canteiro de obras do Residencial Faces Sion, na Região Sul de Belo Horizonte, e, no último mês, teve início no Village Royale, em Nova Lima, na região metropolitana da capital mineira. O projeto, que a pedido da construtora foi elaborado pela Ambiência Soluções Sustentáveis, permitirá o armazenamento adequado dos materiais nas obras, além de mais segurança para os funcionários que atuam nelas, destinação final adequada dos resíduos e geração de renda para famílias que dependem da reciclagem.
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Na prática
Desde novembro do ano passado, os materiais do residencial Faces Sion vêm sendo direcionados separadamente a destinos específicos e o entulho da obra foi reutilizado para nivelamento de piso. José Luiz Esteves da Fonseca, gestor regional de obras da MRV, afirma que até o momento os resultados são animadores. “Já conseguimos uma economia de R$13 mil com dois meses de implantação, as expectativas são as melhores possíveis”, afirma.
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Homero Paiva, diretor executivo de produção da MRV, ressalta a importância da adesão às práticas sustentáveis. “Cada ação implantada nesse sentido é importante dentro e fora da empresa. Desde a gestão dos resíduos produzidos nas obras de forma adequada até o reaproveitamento de material de forma estudada são benéficos a todos os envolvidos, entre colaboradores, comunidade e a própria construtora”, comenta.
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Em um primeiro momento, o resíduo gerado é armazenado em um local específico para aquele tipo de material. No caso das obras, há instalações de apoio (por exemplo, baias) posicionadas em pontos estratégicos para todos os resíduos gerados, tais como: madeira, gesso, metal, sacaria, rejeito, entulho e recicláveis. Posteriormente, os resíduos das baias são enviados aos locais pré-determinados, de acordo com a natureza de cada um.
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A MRV defende a iniciativa como um dever de todos e, por isso, pretende disseminar o programa de gerenciamento de resíduos entre seus colaboradores e as comunidades ao redor da construção. “Queremos o máximo de adesão, afinal trata-se de uma causa comum a todos. O início do programa em Belo Horizonte é apenas o primeiro passo de um longo caminho que iremos percorrer nas 90 cidades em que estamos presentes”, ressalta Paiva.
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Para garantir o sucesso, os colaboradores que atuam no Residencial Faces Sion e no Village Royale tiveram oficinas com especialistas da Ambiência. Nelas, foram explicados conceitos como sustentabilidade, gestão e reciclagem, além de haver atividades de incentivo e conscientização sobre cuidados com o meio ambiente dentro e fora dos canteiros de obras. Por isso, a empresa mantém convênios com prefeituras de várias cidades, entre elas Franca e Ribeirão Preto, para descartar corretamente o entulho gerado em suas obras. O momento agora é de expandir o gerenciamento de resíduos sólidos para todas as cidades onde a empresa tem negócios.
Crédito: Assessoria de Imprensa MRV Engenharia



