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	<title>Ambiência - Soluções Sustentáveis</title>
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	<description>Soluções Sustentáveis para Construção Civil e Cidades</description>
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		<title>Entulho da construção civil, artigo de Roberto Naime</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 11:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros Autores]]></category>

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		<description><![CDATA[  Os resíduos de construção civil ou demolição (resíduo de C&#38;D) ou simplesmente denominado entulho, tem uma composição muito heterogênea e varia muito conforme a ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> <a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/ftentr-Entulho547.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-8561" title="ftentr Entulho547" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/ftentr-Entulho547.gif" alt="" width="213" height="173" /></a></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os resíduos de construção civil ou demolição (resíduo de C&amp;D) ou simplesmente denominado entulho, tem uma composição muito heterogênea e varia muito conforme a região em função das alterações das técnicas construtivas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A constituição dos entulhos é argamassa, areia, cerâmica, concreto, madeira, metais, papéis, plásticos, pedras, tijolo e tintas. O concreto é o segundo material mais utilizado pela humanidade, logo depois da água.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O entulho da construção civil sempre foi considerado inerte. Inerte é todo material que mantido durante 24h em água bi-destilada não altera as propriedades físico químicas da água. Mas é claro que não é todo resíduo de construção civil que é inerte. Gesso dissolve em água. Tinta contém metais pesados em sua composição, que se solubilizam na água. As telhas de fibro cimento antigamente continham amianto que no ar é altamente cancerígeno.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os índices de perda de matérias-primas na construção civil é bastante elevado. Muitos autores divergem sobre as quantidades mas o certo é que são quantidades elevadas. (AGOPYAN, V. et al. Alternativas para a redução do desperdício de materiais nos canteiros de obras. São Paulo, 1998 (Relatório final: vol. 1 ao 5); SOIBELMAN, L. As perdas de materiais na construção de edificações: sua incidência e seu controle. Porto Alegre: Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Dissertação (Mestrado), 1993. 127 p.).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Este fato tem duas conseqüências imediatas e inevitáveis: o setor repassa sua ineficiência para os preços dos imóveis, que nós pagamos. O setor produz um impacto ambiental desnecessário ao utilizar matérias-primas naturais em quantidade superior ao necessário, registrando uma contabilidade sócio ambiental negativa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Devemos ressaltar que o setor de construção civil é um dos maiores empregadores de mão de obra não qualificada, e que este é o preço que acaba tendo que pagar por este fato.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Atualmente são aceitos índices de desperdício no consumo de matérias primas que oscilam desde 8% em empresas com alto padrão de desempenho gerencial, até cerca de 20 ou 30% nas obras em geral. Neste último caso, podemos afirmar que para cada 3 edifícios, sobraria material para construir um quarto, caso o material fosse bem gerenciado em “lay outs” de obra adequados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As obras de reforma, pela falta de uma cultura de reutilização e reciclagem, geram muitos entulhos. Em todas as cidades a geração de entulho se equivale a quantidade de geração de resíduos sólidos urbanos domésticos. E quando as cidades são submetidas a grandes intervenções urbanas, como novas avenidas, túneis ou obras de saneamento, geralmente a proporção de geração de entulhos fica muito maior.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O pequeno construtor e o chamado “construtor formiga”, em todo Brasil, continuam jogando estes materiais em estradas, avenidas, terrenos baldios, rios e córregos. O surgimento dos caçambeiros contribuiu para que este quadro fosse amenizado, com a criação de locais para depósitos, mas estes locais nem sempre são adequados e esta não é a melhor solução.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Algumas prefeituras como a de Belo Horizonte, Ribeirão Preto e Curitiba tem implantado usinas de reciclagem de entulho. Em Belo Horizonte existe uma rede de pontos de coleta de recebimento de pequenos volumes que em geral são transportados por carroceiros autorizados, e duas usinas de reciclagem, uma no bairro Estoril e outra na Pampulha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nestas usinas o entulho é beneficiado produzindo agregados que são reutilizados como sub-leito de pavimentos ou no processamento de artefatos de concreto para a própria construção civil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Dados de São Paulo estimam em 372.000 toneladas a produção mensal de entulho (ZORDAN, S. E. A Utilização do Entulho como Agregado na Confecção do Concreto. Campinas: Departamento de Saneamento e Meio Ambiente da Faculdade de Engenharia Civil, Universidade Estadual de Campinas. Dissertação (Mestrado), 1997). Em Cuiabá não existem dados publicados, mas é possível estimar em 15 a 20.000 toneladas mês de entulhos da construção civil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Roberto Naime, Professor no Programa de pós-graduação em Qualidade Ambiental, Universidade FEEVALE, Novo Hamburgo – RS, é articulista do EcoDebate.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://www.ecodebate.com.br/2010/05/21/entulho-da-construcao-civil-artigo-de-roberto-naime/"><span style="color: #000000;">EcoDebate</span></a>, 21/05/2010</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: right;">Publicado em: <a href="http://www.ecodebate.com.br/2010/05/21/entulho-da-construcao-civil-artigo-de-roberto-naime/">http://www.ecodebate.com.br/2010/05/21/entulho-da-construcao-civil-artigo-de-roberto-naime/</a></p>
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		<title>Arquiteto cria cinema flutuante com materiais reciclados</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 11:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros Autores]]></category>

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		<description><![CDATA[Já pensou como seria assistir um filme em um cinema que bóia sobre o imenso mar azul? O arquiteto alemão Ole Scheeren resolveu surpreender os participantes do ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/cinema2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8553" title="cinema2" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/cinema2.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a><br />
Já pensou como seria assistir um filme em um cinema que bóia sobre o imenso mar azul? O arquiteto alemão <a href="http://www.buro-os.com/archipelago-cinema-a-floating-auditorium/" target="_blank">Ole Scheeren</a> resolveu surpreender os participantes do Festival “<em><a href="http://www.filmontherocksyaonoi.com/" target="_blank">Film on the Rocks Yao Noi</a></em>” desse jeito. A primeira edição do evento fechou sua última noite com chave de ouro, ao estrear o chamado “Cinema Arquipélago”. Os espectadores foram conduzidos de barco até as profundezas do mar para vivenciar uma experiência inédita de cinema e contato com a natureza.</p>
<p><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/Archipelago-Floating-Cinema-Buro-Ole-Scheeren-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8554" title="Archipelago-Floating-Cinema-Buro-Ole-Scheeren-2" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/Archipelago-Floating-Cinema-Buro-Ole-Scheeren-2.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a><br />
Já pensou como seria assistir um filme em um cinema que bóia sobre o imenso mar azul? O arquiteto alemão <a href="http://www.buro-os.com/archipelago-cinema-a-floating-auditorium/" target="_blank">Ole Scheeren</a> resolveu surpreender os participantes do Festival “<em><a href="http://www.filmontherocksyaonoi.com/" target="_blank">Film on the Rocks Yao Noi</a></em>” desse jeito. A primeira edição do evento fechou sua última noite com chave de ouro, ao estrear o chamado “Cinema Arquipélago”. Os espectadores foram conduzidos de barco até as profundezas do mar para vivenciar uma experiência inédita de cinema e contato com a natureza.</p>
<p><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/51-590x387.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8555" title="51-590x387" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/51-590x387.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a></p>
<p>“A ideia de assistir a filmes aqui pareceu interessante”, escreveu Scheeren em <a href="http://www.buro-os.com/archipelago-cinema-a-floating-auditorium/" target="_blank">seu site</a>. “E a plateia flutuando, pairando sobre o oceano em algum lugar no meio dessa incrível lagoa, focada em imagens com movimento através da água. Uma sensação de temporalidade, aleatoriedade, quase como pedaços de madeira flutuantes.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/21-521x390.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8556" title="21-521x390" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/21-521x390.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a><br />
O evento, que teve a primeira edição realizada entre 9 e 12 de março, deve se repetir todos os anos para reunir amantes do cinema</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Publicado em: <a href="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/abril/arquiteto-cria-cinema-flutuante-com-materiais">http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/abril/arquiteto-cria-cinema-flutuante-com-materiais</a></p>
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		<title>Software torna o Louvre energeticamente eficiente</title>
		<link>http://www.ambiencia.org/site/outros-autores/software-torna-o-louvre-energeticamente-eficiente/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 11:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros Autores]]></category>

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		<description><![CDATA[Após ter sido uma fortaleza e um palácio real, um dos maiores museus do mundo vai se tornar também uma referência em inteligência e eficiência ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/louvre.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8549" title="louvre" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/louvre.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a></p>
<p>Após ter sido uma fortaleza e um palácio real, um dos maiores museus do mundo vai se tornar também uma referência em inteligência e eficiência energética. Uma parceira entre o Museu do Louvre, em Paris, e a empresa de tecnologia IBM, possibilitando que o local seja gerenciado mais eficientemente.</p>
<p>O software IBM Maximo Asset Gestão de Pessoal instalado no museu o transformou em uma “construção inteligente”, com a instalação de sensores, análise de dados em tempo real e outras ferramentas online. A empresa buscou maneiras de tornar o museu mais seguro, eficiente energeticamente e com melhor infraestrutura para receber os quase nove milhões visitantes anuais.</p>
<p>A aquisição do sistema faz parte de um conjunto de ações adotadas pelo museu para tornar-se eficiente energeticamente. No ano passado, a instalação de lâmpadas LED na iluminação exterior, onde se situa a pirâmide, proporcionou a de luz de 73% por ano. O projeto, que só terminará em 2013, prevê a troca de 4.500 pontos de luz (3.200 serão substituídos pela tecnologia LED).</p>
<p><strong>Sistema</strong></p>
<p>O software da IBM foi instalado para coordenar natural e eficientemente o planejamento, a limpeza, a manutenção, o aquecimento, a iluminação e até os sistemas de trancas de mais de 2,5 mil portas dentro do museu.</p>
<p>Segundo a IBM, o novo software permite que o museu obtenha uma melhor visão sobre sua operação, gestão em tempo real e eficiência, além do gerenciamento informatizado para fazer sua manutenção constante. O sistema utiliza o feedback de sensores para antecipar os problemas, como motores com pontos de falha ou filtros com necessidade de troca.</p>
<p>Além disso, o software permite que o Louvre visualize a infraestrutura completa do museu e saiba, por exemplo, quantos bens possui, a sua localização exata e o registro de histórico de manutenção de cada obra de arte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Publicado em: <a href="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/software-torna-o-louvre-energeticamente-eficiente">http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/software-torna-o-louvre-energeticamente-eficiente</a></p>
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		<title>Escritório brasileiro reforma espaço com materiais reciclados</title>
		<link>http://www.ambiencia.org/site/outros-autores/escritorio-brasileiro-reforma-espaco-com-materiais-reciclados/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 11:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros Autores]]></category>

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		<description><![CDATA[No intuito de fornecer aos funcionários um espaço mais agradável para relaxar no ambiente de trabalho, uma empresa de marketing esportivo de São Paulo, a Latin ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/sala-sustentavel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8543" title="sala-sustentavel" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/sala-sustentavel.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a></p>
<p>No intuito de fornecer aos funcionários um espaço mais agradável para relaxar no ambiente de trabalho, uma empresa de marketing esportivo de São Paulo, a <em><a href="http://grupolatin.com.br/" target="_blank">Latin Sports</a></em>, encomendou um projeto de reforma à arquiteta <a href="http://www.simonetasca.com.br/#/Home" target="_blank">Simone Tasca</a>, que em apenas dois meses, transformou um depósito abandonado, úmido e escuro em uma sala encantadora, luminosa e sustentável.</p>
<p>Segundo o site <em><a href="http://blogs.discoverybrasil.uol.com.br/treehugger/2012/03/escrit%C3%B3rio-brasileiro-reforma-espa%C3%A7o-com-estrados-e-materiais-reciclados.html" target="_blank">TreeHugger</a></em>, entre suas características verdes, está uma parede coberta com ladrilhos recuperados de demolições, colocados de forma assimétrica, que permite uma sensação aconchegante ao ambiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/sala-sustentavel3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8544" title="sala-sustentavel3" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/sala-sustentavel3.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a></p>
<p>No centro do espaço, existe um grande sofá, construído com tablados reciclados de diferentes alturas. As suas laterais oferecem espaços para guardar livros e revistas.</p>
<p>Todo o espaço foi iluminado com lâmpadas LEDs de baixo consumo energético.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/sala-sustetavel2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8545" title="sala-sustetavel2" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/sala-sustetavel2.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a></p>
<p>A arquiteta utilizou também objetos feitos de materiais reciclados, a exemplo de bancos feitos com galões de tintas velhos e uma pia feita com um balde usado, ao invés da convencional.</p>
<p>Apesar de ter sido projetada para um escritório, a sala é tão completa que passaria facilmente por um apartamento de 60 metros quadrados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Publicado em: <a href="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/escritorio-brasileiro-reforma-espaco-com-materiais">http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/escritorio-brasileiro-reforma-espaco-com-materiais</a></p>
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		<title>Construa a sua prateleira sustentável</title>
		<link>http://www.ambiencia.org/site/outros-autores/construa-a-sua-prateleira-sustentavel/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 11:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros Autores]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você for um afissurado por livros, provavelmente, de tempos em tempos se vê de cabelos brancos tentando descobrir como acomodar os novos itens da ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/prateleira-gaveta.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8535" title="prateleira-gaveta" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/prateleira-gaveta.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Se você for um afissurado por livros, provavelmente, de tempos em tempos se vê de cabelos brancos tentando descobrir como acomodar os novos itens da coleção. E nem só por livros. Quase todos os colecionadores tem que procurar espaço para ele mesmo quando sua coleção aumenta de proporção.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Assim, prateleiras e estantes feitos de materiais reutilizados pode ser uma solução simples, barata, charmosa e sustentável para os seus bibelôs. Basta ter imaginação e vontade para criar o modelo mais adequado para você. Confira a seguir algumas ideias criativas para você mesmo produzir em casa.</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Caixas de frutas construídas em madeira dão ótimas estantes. As caixas que levam maçãs são uma boa opção, pois são naturalmente moduláveis. No sentido horizontal, são perfeitas para abrigar livros, bibelôs, CDs e DVDs. Já na vertical, podem ser ideias para vasos de flores, quadros e mesmo sapatos ou louças.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/estante-caixafrutas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8536" title="estante-caixafrutas" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/estante-caixafrutas.jpg" alt="" width="425" height="738" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Prateleiras invisíveis é uma boa solução para quem não espaço para abrigar os livros. Ainda por cima, dão um charme a mais a qualquer ambiente em que estejam presentes. O único “problema” é que, para construí-la é necessário perder um livro, com o qual se constrói a base do objeto. Para fazer uma é simples: basta pregar um metal em L, parafusá-lo em dois pontos, com o primeiro livro fazendo parte da base e da sustentação. <a href="http://www.instructables.com/id/Invisible-Book-Shelf/"><span style="color: #000000;">Confira um passo-a-passo no site Instructables (em inglês)</span></a>.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/estante-caixasapato.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8537" title="estante-caixasapato" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/estante-caixasapato.jpg" alt="" width="425" height="513" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Gavetas velhas podem servir como porta-objeto ou para criar</span><span style="color: #000000;"> estantes. Para criar uma estante, por exemplo, basta pegar as gavetas de variados tamanhos, restaurá-las e colocá-las empilhadas, usando o espaço criado para guarda</span><span style="color: #000000;">r livros, CDs, porta-retratos e etc. Se tiver apenas uma, a dica é pendurá-la na parede após a restauração, para guardar o que quiser. </span><span style="color: #000000;"><a href="http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2280/gavetas_usadas_podem_ser_transformadas_em_prateleiras_modulares/"><span style="color: #000000;">O Ciclo Vivo preparou um passo-a-passo de como construir uma. </span></a></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/prateleira-invisivel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8538" title="prateleira-invisivel" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/prateleira-invisivel.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a></p>
<p><span style="color: #000000;">Caixas de sa</span><span style="color: #000000;">pato também podem transformar-se em prateleiras legais. Para tanto, basta pegar as</span><span style="color: #000000;">caixas, encapar com papel, tecido ou ainda pintá-las. Prenda-as então na parede de maneira que fique do seu gosto. É interessante usar tamanhos variados e colocar somente objetos leve</span><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;">s.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/prateleira-gaveta2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8539" title="prateleira-gaveta2" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/prateleira-gaveta2.jpg" alt="" width="425" height="360" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: right;">Publicado em: <a href="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/construa-uma-prateleira-sustentavel">http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/construa-uma-prateleira-sustentavel</a></p>
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		<title>Edifício na Holanda ganha reforma eco-friendly</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 11:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros Autores]]></category>

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		<description><![CDATA[O Stadskantoor Rotterdam é um edifício municipal da cidade de Rotterdam, na Holanda, que está passando por reformas eco-friendly, logo perceptível ao olhar para a ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/fachada1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8528" title="fachada1" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/fachada1.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a></p>
<p><span style="color: #000000;">O Stadskantoor Rotterdam é um edifício municipal da cidade de Rotterdam, na Holanda, que está passando por reformas eco-friendly, logo perceptível ao olhar para a sua fachada arborizada. O prédio ganhou o concurso “<a href="http://2012architecten.nl/" target="_blank"><span style="color: #000000;"><em>Jardim vertical de 2012 Architecten</em></span></a>”, também conhecido como &#8220;Eu prefiro fazer uma floresta a uma rua&#8221; que desenvolve projetos, construções e estratégias que facilitam a transição para uma sociedade sustentável.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/fachada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8529" title="fachada" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/fachada.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a></p>
<p><span style="color: #000000;">A equipe de design holandês colocou na fachada centenas de potes de plásticos reciclados, previamente usados em projetos de horticultura locais, que juntos formaram um desenho de uma árvore. Estes foram então preenchidos com uma variedade de plantas sazonais que disseminaram entre os tijolos quebrados para baixo e que são muito mais agradáveis para olhar do que os materiais de construção necessários para preencher o espaço.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/fachada2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8530" title="fachada2" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/fachada2.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a><br />
<span style="color: #000000;">Além disso, os projetistas instalaram um sistema de captura de água da chuva com uma série de tanques de retenção no sótão do edifício, que fornecem um sistema de irrigação por gotejamento de água para as plantas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/fachada3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8531" title="fachada3" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/fachada3.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a></p>
<p><span style="color: #000000;">Mais do que embelezar a fachada a importância das plantas está em absorver as emissões de dióxido de carbono, que segundo o portal <a href="http://inhabitat.com/leafy-vertical-garden-mural-beautifies-a-boarded-netherlands-office/" target="_blank"><span style="color: #000000;"><em>Inhabitat</em></span></a>, é capaz de desviar da atmosfera uma média de 13.000 kg de CO2 a cada ano. Numa época em que funcionalidade muitas vezes supera a estética, este gesto por parte do município de Rotterdam é muito especial.</span></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;">Publicado em: <a href="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/edificio-na-holanda-ganha-reforma-eco-friendly">http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/edificio-na-holanda-ganha-reforma-eco-friendly</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Índia cria habitações sustentáveis resistentes a desastres naturais</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 11:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros Autores]]></category>

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		<description><![CDATA[Arquitetos indianos criaram um conceito de habitação feito de bambu e resistente a desastres naturais. O prédio possui três andares e foi construído sobre palafitas com um ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/habitacao-indiana.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8522" title="habitacao-indiana" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/habitacao-indiana.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Arquitetos indianos criaram um conceito de habitação feito de bambu e resistente a desastres naturais. O <a href="http://www.architecturecaribbean.com/arch-prof-projects.php?id=64" target="_blank"><span style="color: #000000;">prédio</span></a> possui três andares e foi construído sobre palafitas com um núcleo resistente a terremoto, ventanias e tempestades. O projeto inclui a coleta de água da chuva, reciclagem de água, plantações e espa</span><span style="color: #000000;">ço co</span><span style="color: #000000;">mercial para que o prédio se torne uma comunidade sustentável.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fazem parte do projeto os arquitetos Komal Gupta, Vasanth Packirisamy, Vikas Sharma, Sakshi Kumar and Siripurapu Monish Kumar. A ideia deles foi criar uma comunidade ecológica com unidades de habitação, dois centros comunitários, instalações médicas, creche, mercado, uma biblioteca e um amplo espaço verde ao ar livre, com resistência aos eventos naturais extremos.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/habitacao-indiana2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8523" title="habitacao-indiana2" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/habitacao-indiana2.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O prédio possui três apartamentos por andar todos eles com cozinha, banheiro e um deck feito de bambu que pode ser convertido em uma sala ou um quarto. A parte central da construção é equipada com água e energia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Já os centros comunitários são construídos fora da terra, com materiais resistentes para suportar os desastres, no intuito de evitar inundações. A água da chuva é reciclada. Os telhados captam e a armazenam em um tanque, na parte inferior da estrutura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em casos de fortes tempestades, os apartamentos de bambu até podem ser destruídos. No entanto, o centro, à prova de desastres, permanece. O que for destruído poderá ser reconstruído de forma rápida e barata.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/habitacao-indiana3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8524" title="habitacao-indiana3" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/habitacao-indiana3.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a><br />
<span style="color: #000000;">O projeto foi criado para participar da competição de arquitetura “<a href="http://www.designagainsttheelements.org/" target="_blank"><span style="color: #000000;">Design Against the Elements</span></a>”, com empresas do mundo tudo. A iniciativa do evento aconteceu depois da devastação causada pela tempestade tropical Ondoy, nas Filipinas. A meta é reunir as inovações em arquitetura, design e planejamento urbano para o desenvolvimento de construções resistentes a desastres para comunidades que vivem em áreas urbanas tropicais.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: right;">Publicado em: <a href="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/india-cria-habitacoes-sustentaveis-resistentes-a">http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/india-cria-habitacoes-sustentaveis-resistentes-a</a></p>
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		<title>Irã desenvolve concreto mais resistente a bombas e terremotos</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 11:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros Autores]]></category>

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		<description><![CDATA[Os brasileiros raramente lidam com terremotos e com ameaças de bombardeio. Mas o Irã lida com esses dois acontecimentos frequentemente. Para combater esta ameaça persistente, ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/concreto-ira.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8515" title="concreto-ira" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/concreto-ira.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os brasileiros raramente lidam com terremotos e com ameaças de bombardeio. Mas o Irã lida</span><span style="color: #000000;"> com esses dois acontecimentos frequentemente. Para combater esta ameaça persistente, o país tem</span><span style="color: #000000;"> investido na criação de concretos muito mais resistentes e seguros. O resultado dessa constante experimentação, produziu uma versão super-forte chamado de &#8220;Concreto Desempenho Ultra High (UHPC)&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ele foi produzido a partir de uma fórmula indígena, por meio da mistura de partículas de quartzo de concreto tradicional, juntamente com algumas outras força-adição de polímeros. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo os criadores, os UHPCs resistem a níveis de compressões muito superiores aos suportados por outros tipos de concreto. São também mais flexíveis e mais duráveis do que o concreto convencional. E podem, portanto, ser usados para a produção de estruturas mais leves e elegantes. Além de prédios o concreto é adequado para a construção de represas, pontes, tubulações e oleodutos subterrâneos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o portal <em><a href="http://www.ecofriend.com/high-performance-concrete-iran-makes-edifices-stronger-lighter-thinner.html" target="_blank"><span style="color: #000000;">EcoFriend</span></a></em>, teste realizado pelo governo australiano comprovou que toneladas de TNT poderia apenas fraturar painéis de UHPC, demonstrando o seu verdadeiro potencial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A ideia do concreto é oferecer estruturas resistentes a terremotos e mais seguras em todo o mundo. Edifícios mais finos e leves também significam menos danos de vida no caso de desmoronamento e para arranha-céus mais eficiência energética.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: right;">Publicado em: <a href="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/ira-desenvolve-concreto-mais-resistente-a-bombas-e">http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/ira-desenvolve-concreto-mais-resistente-a-bombas-e</a></p>
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		<title>Tecnologia pernambucana para postes públicos aposta em energia solar</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 11:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros Autores]]></category>

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		<description><![CDATA[Um aluno do curso Light Design da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) criou uma luminária pública sustentável. A partir de aulas sobre eficiência energética e desenho industrial, o designer Alberes ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/poste-solar-mini.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8511" title="poste-solar-mini" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/poste-solar-mini.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um aluno do curso <em>Light Design</em> da <strong>Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)</strong> criou uma luminária pública sustentável. A partir de aulas sobre eficiência energética e desenho industrial, o designer <strong>Alberes Vasconcelos</strong> fez um modelo que utiliza energia solar para acender lâmpadas LED.</p>
<p style="text-align: justify;">O protótipo desenvolvido pelo designer tem estrutura feita de aço e uma placa fotovoltaica de 70W, que transforma a luz solar em energia suficiente para abastecer 12 lâmpadas LED. Quando estiver escuro, as lâmpadas serão acesas automaticamentes, por um sensor.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seu projeto, Vasconcelos buscou analisar elementos que tivessem benefício de custo-manutenção, por isso a escolha aço e lâmpadas LED para o poste. De acordo com o designer, &#8220;as vantagens desse modelo estão na resistência da estrutura e na capacidade de a placa solar, protegendo-a&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do alto custo das lâmpadas LED e do material usado no poste, é certo que o produte terá qualidade e evitará reparos. As lâmpadas, que custam cerca de R$25 cada, possuem garantia de 20 anos; e as baterias das placas solares, por exemplo, têm vida útil de quatro a cinco anos.</p>
<p style="text-align: right;">Publicado em: <a href="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/tecnologia-pernambucana-para-postes-publicos">http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/tecnologia-pernambucana-para-postes-publicos</a></p>
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		<title>Projeto Casa Viva da PUC-RJ constrói casa sustentável</title>
		<link>http://www.ambiencia.org/site/outros-autores/projeto-casa-viva-da-puc-rj-constroi-casa-sustentavel/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 11:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros Autores]]></category>

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		<description><![CDATA[A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) começou a construir em seu campus, o protótipo de uma casa sustentável que será a principal atração da ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/Casa-sustentavel-Universidade-de-Maryland-Casa.jpg"><span style="color: #000000;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8505" title="Casa-sustentavel-Universidade-de-Maryland-Casa" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/Casa-sustentavel-Universidade-de-Maryland-Casa.jpg" alt="" width="425" height="260" /></span></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A<a href="http://www.puc-rio.br/index.html" target="_blank"><span style="color: #000000;"> Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) </span></a>começou a construir em seu campus, o protótipo de uma casa sustentável que será a principal atração da mostra <strong>Casa Viva – Transforma Sua Casa num Pedacinho do Planeta</strong>, que a PUC irá promover entre os dias 26 e 28 de abril. Após esse evento, a casa será doada à universidade, que a transformará em um laboratório vivo, ou seja, um espaço permanente para pesquisa e desenvolvimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O coordenador da Área de Educação Ambiental do Nima, Roosevelt Fidélis de Souza, informou à <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-03-27/puc-rj-comeca-desenvolver-prototipo-de-casa-sustentavel" target="_blank"><span style="color: #000000;"><em>Agência Brasil </em></span></a>que a Casa Viva,</span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“é uma casa em que todo o material que entra nela, desde a técnica de construção até o produto final, é sustentável”.</span></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A casa terá 70 metros quadrados de área construída e usará a tecnologia <em>wood fram</em><em>e</em>, baseada em estrutura de madeira proveniente de reflorestamento. “Todo o material que vai estar disponível na casa tem o selo verde”, destacou Souza.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/Casa-sustentavel-Luz-Viva-e-o-nome-da-Universidade.jpg"><span style="color: #000000;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8506" title="Casa-sustentavel-Luz-Viva-e-o-nome-da-Universidade" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/Casa-sustentavel-Luz-Viva-e-o-nome-da-Universidade.jpg" alt="" width="425" height="260" /></span></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A casa terá luzes eficientes. Biodigestores instalados no banheiro transformarão o esgoto sanitário em energia. O gás resultante desse processo irá abastecer a pequena cozinha. A residência é formada de quatro cômodos: sala, quarto, banheiro e cozinha. Além disso, o teto terá o telhado verde, com reaproveitamento da água da chuva.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Idealizado pela Planeja &amp; Informa e pela Casa Viva Eventos Ambientais, o projeto Casa Viva é desenvolvido em parceria com o Núcleo Interdisciplinar de Meio Ambiente (Nima) e as faculdades de Arquitetura e Engenharia da PUC-RJ.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Durante um ano, os pesquisadores e alunos de diversos departamentos da PUC-RJ vão avaliar se o projeto é durável e pode ser reproduzido. Ao fim desse período, Roosevelt de Souza admitiu que o projeto poderá servir de base para outras construções em todo o país, obedecendo ao mesmo parâmetro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/Casa-sustentavel-Victoria-University-of-Wellington.jpg"><span style="color: #000000;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8507" title="Casa-sustentavel-Victoria-University-of-Wellington" src="http://www.ambiencia.org/site/wp-content/uploads/2012/05/Casa-sustentavel-Victoria-University-of-Wellington.jpg" alt="" width="425" height="260" /></span></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além de oferecer ao público a oportunidade de visitar uma casa sustentável, o evento que a PUC-RJ promoverá em abril incluirá debates sobre novas tecnologias que atendem aos padrões internacionais de sustentabilidade e de qualidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O modelo de residência ecológica será também exibido a cerca de 500 cientistas do mundo inteiro, no Fórum de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável, entre os dias 10 e 15 de junho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O encontro será realizado na PUC-RJ e a organização fica por conta do Conselho Internacional para a Ciência (Icsu) em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a Federação Mundial de Organizações de Engenharia (WFEO), o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e a Academia Brasileira de Ciências, entre outras instituições.</span></p>
<p style="text-align: right;">Publicado em: <a href="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/projeto-casa-viva-da-puc-rj-constroi-casa">http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/projeto-casa-viva-da-puc-rj-constroi-casa</a></p>
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