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Índia cria habitações sustentáveis resistentes a desastres naturais

mai 10th, 2012No Comments

Arquitetos indianos criaram um conceito de habitação feito de bambu e resistente a desastres naturais. O prédio possui três andares e foi construído sobre palafitas com um núcleo resistente a terremoto, ventanias e tempestades. O projeto inclui a coleta de água da chuva, reciclagem de água, plantações e espaço comercial para que o prédio se torne uma comunidade sustentável.

Fazem parte do projeto os arquitetos Komal Gupta, Vasanth Packirisamy, Vikas Sharma, Sakshi Kumar and Siripurapu Monish Kumar. A ideia deles foi criar uma comunidade ecológica com unidades de habitação, dois centros comunitários, instalações médicas, creche, mercado, uma biblioteca e um amplo espaço verde ao ar livre, com resistência aos eventos naturais extremos.

O prédio possui três apartamentos por andar todos eles com cozinha, banheiro e um deck feito de bambu que pode ser convertido em uma sala ou um quarto. A parte central da construção é equipada com água e energia.

Já os centros comunitários são construídos fora da terra, com materiais resistentes para suportar os desastres, no intuito de evitar inundações. A água da chuva é reciclada. Os telhados captam e a armazenam em um tanque, na parte inferior da estrutura.

Em casos de fortes tempestades, os apartamentos de bambu até podem ser destruídos. No entanto, o centro, à prova de desastres, permanece. O que for destruído poderá ser reconstruído de forma rápida e barata.


O projeto foi criado para participar da competição de arquitetura “Design Against the Elements”, com empresas do mundo tudo. A iniciativa do evento aconteceu depois da devastação causada pela tempestade tropical Ondoy, nas Filipinas. A meta é reunir as inovações em arquitetura, design e planejamento urbano para o desenvolvimento de construções resistentes a desastres para comunidades que vivem em áreas urbanas tropicais.

Publicado em: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/india-cria-habitacoes-sustentaveis-resistentes-a

Irã desenvolve concreto mais resistente a bombas e terremotos

mai 9th, 2012No Comments

Os brasileiros raramente lidam com terremotos e com ameaças de bombardeio. Mas o Irã lida com esses dois acontecimentos frequentemente. Para combater esta ameaça persistente, o país tem investido na criação de concretos muito mais resistentes e seguros. O resultado dessa constante experimentação, produziu uma versão super-forte chamado de “Concreto Desempenho Ultra High (UHPC)”.

Ele foi produzido a partir de uma fórmula indígena, por meio da mistura de partículas de quartzo de concreto tradicional, juntamente com algumas outras força-adição de polímeros. 

Segundo os criadores, os UHPCs resistem a níveis de compressões muito superiores aos suportados por outros tipos de concreto. São também mais flexíveis e mais duráveis do que o concreto convencional. E podem, portanto, ser usados para a produção de estruturas mais leves e elegantes. Além de prédios o concreto é adequado para a construção de represas, pontes, tubulações e oleodutos subterrâneos.

Segundo o portal EcoFriend, teste realizado pelo governo australiano comprovou que toneladas de TNT poderia apenas fraturar painéis de UHPC, demonstrando o seu verdadeiro potencial.

A ideia do concreto é oferecer estruturas resistentes a terremotos e mais seguras em todo o mundo. Edifícios mais finos e leves também significam menos danos de vida no caso de desmoronamento e para arranha-céus mais eficiência energética.

Publicado em: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/ira-desenvolve-concreto-mais-resistente-a-bombas-e

Tecnologia pernambucana para postes públicos aposta em energia solar

mai 8th, 2012No Comments

Um aluno do curso Light Design da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) criou uma luminária pública sustentável. A partir de aulas sobre eficiência energética e desenho industrial, o designer Alberes Vasconcelos fez um modelo que utiliza energia solar para acender lâmpadas LED.

O protótipo desenvolvido pelo designer tem estrutura feita de aço e uma placa fotovoltaica de 70W, que transforma a luz solar em energia suficiente para abastecer 12 lâmpadas LED. Quando estiver escuro, as lâmpadas serão acesas automaticamentes, por um sensor.

Em seu projeto, Vasconcelos buscou analisar elementos que tivessem benefício de custo-manutenção, por isso a escolha aço e lâmpadas LED para o poste. De acordo com o designer, “as vantagens desse modelo estão na resistência da estrutura e na capacidade de a placa solar, protegendo-a”.

Apesar do alto custo das lâmpadas LED e do material usado no poste, é certo que o produte terá qualidade e evitará reparos. As lâmpadas, que custam cerca de R$25 cada, possuem garantia de 20 anos; e as baterias das placas solares, por exemplo, têm vida útil de quatro a cinco anos.

Publicado em: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/marco/tecnologia-pernambucana-para-postes-publicos

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