Archive | abr, 2010

Projeto oferece casas populares verdes por R$ 1 mil o m²

abr 9th, 2010No Comments
Matéria publicada no site:
http://www.revistasustentabilidade.com.br/construcao-verde/projeto-oferece-casas-populares-verdes-por-R-1-mil-o-m2
Escrito por Fernanda Dalla Costa — Publicado em 11/03/2010 13:32
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A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ desenvolveu cinco modelos inovadores de habitações verdes destinadas à baixa renda e que custam até R$ 1 mil por metro quadrado. Os projetos preveem economia de energia e água, conforto térmico, facilidades para reciclagem e menor geração de resíduos.

Com investimento da industria de cimento Holcim, a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) desenvolvou cinco modelos de plantas com metragens que variam de 46m2 até 68m2.

O programa, chamado “Minha Casa Holcim”, permitirá aos consumidores de baixa renda construir habitações verdes por valores inferiores à R$50 mil, informou a assessoria de imprensa da empresa.

“Geralmente, são as casas de alto padrão que incorporam a sustentabilidade, sempre aliada à tecnologia de ponta”, constata Leonardo Francisco Giglio, supervisor de Desenvolvimento de Canais e Marketing da Holcim.

Com o objetivo de mudar esse paradigma, o programa prevê a comercialização das empreitadas em lojas de construção em todo o Brasil, onde será possível adquirir o projeto, contratar a mão de obra e adquirir o material de construção por um valor inferior a R$ 1 mil por metro quadrado.

Entre os itens verdes contemplados pelos projetos estão locais para o descarte de lixo reciclável e óleo de cozinha usado, iluminação natural, ventilação circular proporcionada por aberturas mais altas, conforto térmico e acústico, tecnologia de energia a gás ou elétrica com opção de captação de luz solar e sistema de coleta e reuso de água da chuva.

Os projetos também prevêem a geração de menos resíduos durante a obra, que foi programada para ser executada em cerca de 60 dias.

Por enquanto, as plantas estão disponíveis em revendas credenciadas nas cidades de Vitória e do Rio de Janeiro.

O próximo passo da empresa é firmar parceria com bancos para facilitar o acesso para o crédito ao consumidor.

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Procel Sanear inaugura Laboratório de Eficiência Energética e Hidráulica em Saneamento

abr 8th, 2010No Comments
Matéria publicada no site:
http://www.revistasustentabilidade.com.br/eficiencia-energetica/procel-sanear-inaugura-laboratorio-de-eficiencia-energetica-e-hidraulica-em-saneamento
Escrito por Fernanda Dalla Costa — Publicado em 10/03/2010 16:50
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A Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) e a Eletrobrás inauguram no próximo dia 11 de março o Laboratório de Eficiência Energética e Hidráulica em Saneamento (Lenhs), destinado ao ensino e às pesquisas relacionadas ao uso eficiente de energia e água no saneamento.

Segundo a UFMS, o objetivo principal do Lenhs é combater desperdícios de energia e água e incentivar ações de eficiência energética e hidráulica. O projeto é fruto da parceria entre a UFMS e a Eletrobrás por meio do Procel Sanear (Programa Nacional de Eficiência Energética no Saneamento Ambiental).

O laboratório realizará testes para comprovar a eficiência energética de equipamentos elétricos e hidráulicos, treinará pessoal envolvido em projetos de sistemas de abastecimento e orientará estudos acadêmicos, entre outras atividades.

A inauguração do Lenhs acontecerá em 11 de março, na reitoria da UFMS.

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Projeto recolhe 45 toneladas de recicláveis durante o Carnaval

abr 7th, 2010No Comments
Matéria publicada no site:
http://atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=1404437
Escrito por Lorena Caliman — Publicado em 03/03/2010 17:14
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O projeto do Complexo Cooperativo de Reciclagem da Bahia “Trabalho Decente preserva o meio ambiente,” realizado com apoio do Centro de Educação e Cultura Popular (Cecup), do governo do Estado e da Prefeitura de Salvador conseguiu entregar às cooperativas de reciclagem de lixo cerca de 45 toneladas de material reciclável recolhido durante o período do Carnaval deste ano, cinco toneladas a mais que a expectativa do projeto. Dos materiais, o alumínio foi o mais recolhido, com cerca de 32 toneladas. Os resultados foram apresentados na manhã desta quarta-feira, 3, no auditório do Ceafro, programa de educação e profissionalização para igualdade racial do Centro de Estudos Afro Orientais (CEAO) no Largo Dois de Julho, às 9h da manhã.

Cerca de três mil catadores de lixo foram cadastrados e receberam uniforme, material de proteção e alimentação das cooperativas participantes, além da remuneração pelo material recolhido e foram posicionados em cinco pontos estratégicos da folia. O cadastro dos catadores pelas cooperativas aconteceu com a ajuda do Programa de Crédito Solidário do Estado da Bahia (Credisol), que forneceu R$ 75 mil para a ação. A campanha existe desde 2004, quando participaram 100 catadores, com um aumento gradativo a cada ano. No ano passado, foram recolhidas 35 toneladas de materiais entre garrafas pet, latas de ferro, alumínio e sacolas plásticas.

Para o presidente da Cooperativa de Coleta Seletiva, Processamento de Plástico e Proteção Ambiental (Camapet), Joilson Santana, é necessário garantir a participação ativa dos apoiadores do projeto para 2011, e buscar políticas estruturantes para as pessoas que vivem da “catação”. “As pessoas que trabalham de forma precária podem se inserir nos grupos já existentes ou criar novos”, diz o presidente, que atua na Península de Itapagipe, em Salvador, e atende 14 bairros carentes.

Além da ação que organizou o trabalho dos catadores no carnaval, a campanha do Complexo Cooperativo da Bahia também atuou no combate à exploração infantil, em parceria com o Governo do Estado. Nenhum jovem menor participou da coleta, e cerca de 80 crianças de até 12 anos permaneceram nos centros de convivência recebendo toda a assitência necessária enquanto os pais trabalhavam nos circuitos.

Segundo Joilson, o grande desafio das cooperativas é conseguir fazer com que a prefeitura contrate e remunere os trabalhadores da reciclagem pelos serviços prestados à sociedade, e que o município continue contribuindo com essas instituições durante o resto do ano. “É preciso chamar a atenção do município, do poder público, para que o empreendimento tenha sustentabilidade e os gestores estejam realmente pensando na questão do lixo em nossa cidade”, pondera Santana.

Atualmente, 95% do material recolhido é reencaminhado para o setor industrial e 5% é fonte de reutilização, a partir da produção de novos objetos. Um dos desafios propostos pelas cooperativas é que surjam novas formas de aproveitamento desse material.

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