Archive | mar, 2010
Nova sede do Inea será edifício verde
Matéria publicada no site: http://www.revistasustentabilidade.com.br/construcao-verde/nova-sede-do-inea-devera-ser-um-edificio-verde/?searchterm=inea Escrito por Fernanda Dalla Costa — Publicado em 19/01/2010 11:02 . _______________________________________________________________________ .
O novo prédio do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão ambiental do Rio de Janeiro receberá um investimento de R$ 27 milhões e está sendo planejado para ser construído de acordo com padrões das construções verdes.
Os itens que serão contemplados pelo projeto ainda não foram definidos.
De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, os técnicos do Inea estão realizando levantamentos para avaliar quais quesitos de sustentabilidade poderão ser incluídos no projeto.
A nova edificação será construída na frente à sede atual do Inea, no centro do Rio e deverá estar pronta em dois anos.
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Kassab anuncia projeto para aumentar coleta de entulho em São Paulo
Matéria publicada no site: http://www.revistasustentabilidade.com.br/construcao-verde/kassab-anuncia-projeto-para-aumentar-coleta-de-entulho-em-sp Escrito por Fernanda Dalla Costa — Publicado em 26/02/2010 17:05 . _______________________________________________________________________ .
O prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (DEM) anunciou que enviará à Câmara Municipal um projeto de lei que estabelece pesadas multas para cidadãos ou empresas que descartarem irregularmente resíduos da construção civil. A informação é da assessoria de imprensa da prefeitura.
Os três aterros de inertes contratados pela prefeitura paulistana recebem, diariamente, 5,2 mil toneladas de entulho provenientes de empresas de caçambas de coleta de resíduos da construção civil, dos 33 ecopontos que a prefeitura mantêm e das 31 subprefeituras.
O volume depositado pelas empresas de caçamba em aterros particulares não estão computados nessas 5,2 mil toneladas, pois não entram na conta da coleta da prefeitura.
Especialistas do setor da construção estimam que o volume diário total coletado na cidade de São Paulo esteja em torno de 17 mil toneladas.
Grande parte das 12 mil toneladas da diferença vão para aterros particulares, mas ainda há a porcentagem que é depositada irregularmente nas vias públicas do município e que é coletado pelo serviço de varrição, que custou R$ 29 milhões no ano passado.
Assim, o poder executivo paulistano pretende aumentar as 5,2 mil toneladas diárias e diminuir o volume depositado de forma irregular, que sequer consegue ser medido.
Para isso, além de aumentar o valor das multas, o prefeito cogita a possibilidade de ampliar o número de ecopontos.
Questionada sobre a eventual necessidade de aumentar a capacidade de armazenamento do entulho, a assessoria de imprensa do prefeito informou que não há previsão incremento nessa área.
“A Segurança Pública, inclusive, também está procurando aumentar as penalidades no campo policial [contra o despejo irregular de entulho], o que vai dar mais agilidade às ações”, destacou Kassab.
Desde 18 de fevereiro, a prefeitura fez 14 apreensões de caçambas operando com irregularidades dentro das operações de fiscalização nas 31 subprefeituras.
PONTOS DE COLETA
Outro projeto de lei sobre o assunto já tramita na Câmara Municipal da cidade. O PL 539/2009, de autoria do vereador Antônio Goulart (PMDB-SP), determina que o poder público demarcará os locais para a instalação de caçambas permanentes para a coleta de resíduos de construção civil acima de 50 quilos.
Pela proposta, os geradores particulares de entulho serão responsabilizados pelo recolhimento. Atualmente, resíduos com até 50 quilos podem ser acondicionados em sacos de ráfia e deixados para a coleta domiciliar.
Entulho que pese mais de 50 quilos ou tenham volume até 1m3 devem ser entregues em um dos 33 ecopontos paulistanos. Se o volume exceder 1m3, o gerador deve contratar uma empresa de caçambas para realizar a coleta.
A lei municipal 13.478 proíbe o depósito em vias públicas de entulho com mais de 50 quilos e prevê uma multa de R$ 500,00 para flagrante de descarte irregular. De janeiro a 23 de fevereiro de 2010 foram aplicadas 1.101 multas com base nessa lei.
De acordo com dados da Secretaria de Serviços da cidade de São Paulo, em 2009, mil caçambas foram apreendidas por irregularidades que vão desde a falta de registro na prefeitura para exercer a atividade até o descarte em locais restritos, como em cima de calçadas ou em frente a bocas de lobo.
Pela legislação estadual, o despejo de entulho é considerado crime ambiental.
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Metais sanitários brasileiros obtêm selo para economia de água
Matéria publicada no site: http://www.revistasustentabilidade.com.br/construcao-verde/metais-sanitarios-brasileiros-obtem-selo-para-economia-de-agua Escrito por Fernanda Dalla Costa — Publicado em 25/02/2010 19:13 . _______________________________________________________________________ .
A Docol, fabricante brasileira de metais sanitários, obteve o selo australiano Wels (Water Efficiency Labelling Scheme) atribuído a produtos que atendem a padrões de combate ao desperdício de água.
O Wels certifica produtos que atendem a um grau de excelência em economia de água e funciona de forma semelhante ao selo brasileiro do Procel (Programa de Conservação de Energia Elétrica) que classifica equipamentos com relação ao consumo de energia elétrica.
O selo integra o credenciamento Watermark que foi entregue a Docol após um ano de avaliações. O Watermark aprova a venda de torneiras automáticas para Austrália e Nova Zelândia.
Baseada em normas britânicas e estadunidenses de economia e qualidade da água, a certificação é concedida pelo governo australiano às fabricantes de metais sanitários que atenderem a padrões pré-estabelecidos, que vão desde a drenagem até o abastecimento para uso final da população.
A identificação dos produtos certificados é feita por meio de uma gravação em local visível da peça, de modo que o consumidor visualize que, por exemplo, uma torneira tenha sido produzida observando padrões de combate ao desperdício de água.
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